Tratamento da Obesidade com Lorcaserina 10mg

Nossa primeira postagem será sobre a Lorcaserina, sucesso de vendas e de clientes satisfeitos em nossa Loja Virtual 

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A Lorcaserina (Belviq®) foi a primeira substância usada para tratamento da obesidade aprovada pelo FDA, ou seja, ela é um dos poucos medicamentos que podem ser vendidos em alguns países, inclusive nos Estados Unidos, país onde se concentra a maior população de obesos e pessoas com sobrepeso do mundo.

A obesidade é hoje um grande desafio à medicina, sendo considerada uma doença crônica epidêmica. A Lorcaserina se mostrou bastante promissora como terapia adjuvante à terapia não farmacológica do tratamento da obesidade. O grande benefício desse medicamento é fazer com que as pessoas tenham menos sensação de fome, por ficarem saciadas por mais tempo. Desse modo, logicamente,conseguem perder peso rapidamente.

Nome Químico
(1R)-8-cloro-1-metil-2,3,4,5-tetrahidro-1H-3-benzazepina cloridrato
Fórmula Molecular
C11H15NCl2

DOSE USUAL
10 mg 2 vezes ao dia.
1 hora antes do almoço e jantar .

Os efeitos são evidentes após 12 semanas de uso. Descontinuar o uso se não houver perda de peso de no mínimo
5% após 12 semanas.

BENEFÍCIOS DO PRODUTO:
- Auxilia na perda peso / obesidade;
- Promove saciedade;
- Elimina toxinas prejudiciais;
- Diminui riscos de ataques cardíacos;
- Ação termogênica;
- Controle da pressão arterial;
- Controle do colesterol total;.
- Ansiolítico
- Inibidor do Apetite


É um supressor do apetite que age no SNC ajudando pacientes obesos ou com obesidade moderada a perder peso, através da supressão do apetite.
Esta sensação de não sentir fome leva o paciente a ingerir menos alimentos durantes as refeições e, consequentemente resulta em uma redução do peso corporal.


DESCRIÇÃO:
Lorcaserina é indicado para adultos obesos, com um IMC (Índice de Massa Corporal) de 30 ou mais, e para adultos com excesso de peso corporal, com IMC a partir de 27, que já apresentem algum problema de saúde decorrente da obesidade, como por exemplo, aumento da pressão arterial ou diabete tipo 2.


MECANISMO DE AÇÃO:
A Lorcaserina atua como agonista seletivo do receptor de serotonina, que expressa diretamente no cérebro o controle do apetite e aceleração do metabolismo.
Possui ação direta nos receptores de serotonina, atuando de modo eficaz na inibição do apetite por meio do bloqueio da sensação de fome, o que torna a Lorcaserina um importante aliado no combate à obesidade

ABSORÇÃO:
A lorcaserina é absorvida a partir do gastrointestinal, com a concentração plasmática de pico ocorrendo 1,5 - 2 horas após a administração oral. Sua biodisponibilidade absoluta ainda não foi determinada. Possui meia-vida plasmática de 11 horas. O estado estacionário é atingido dentro de 3 dias após administração de 10mg duas vezes ao dia, e a acumulação é estimada em aproximadamente 70%.

DISTRIBUIÇÃO:
Lorcaserina se distribui para o fluido cerebrospinal e sistema nervoso central em seres humanos. O cloridrato de Lorcaserina está moderadamente ligada a 70% às proteínas plasmáticas.

METABOLISMO:
Lorcaserina é metabolizado no fígado por vias enzimáticas múltiplas. Após sua administração oral, o principal metabolito circulante é o lorcaserina sulfamato (M1), com uma Cmax plasmática que excede a Cmax de lorcaserina de 1 a 5 vezes. N-carbamoyl glucuronide lorcaserin (M5) é o metabolito principal na urina, já o M1 é um metabolito menor na urina, representando aproximadamente 3% da dose. Outros metabólitos menores excretados na urina foram identificados como conjugados de glucuronídeo ou sulfato de metabólitos oxidativos. Os principais metabolitos não exercem atividade farmacológica nos receptores da serotonina.

REAÇÕES ADVERSAS:
As reações mais comuns são: enjoos, náuseas e cefaleia, os quais tendem a desaparecer com o uso contínuo da medicação. Durante os estudos clínicos, a Lorcaserina não apresentou a mais perigosa das complicações dos remédios com ação sobre a serotonina, o aumento dos riscos cardiovasculares, como acontece com a sibutramina. Efeitos adversos como depressão, ansiedade e ideação suicida foram infrequentes e com incidência semelhante em ambos os grupos.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: 
Evitar o uso concomitante com: 
- Outros medicamentos que aumentem os níveis de serotonina no cérebro ou ativem seus receptores, incluindo algumas drogas contra a depressão e enxaqueca; 
- Inibidores seletivos da receptação da serotonina; 
- Inibidores da MAO, triptanos; 
- Bupropiona;
- erva de São João

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